Um percurso de nove meses que une a sabedoria vivida dos Doze Passos ao saber técnico da Psicologia — cuidado individual, rotina estruturada e reconstrução de vínculos.
A Comunidade Terapêutica agrega a filosofia dos Doze Passos do Alcoólicos Anônimos — vivida por profissionais de experiência, os Monitores — ao saber técnico especializado em dependência química.
Monitores que vivenciaram a própria recuperação acompanham a convivência diária e servem de referência prática dos Doze Passos.
Psicologia e Terapia Cognitivo-Comportamental somam-se à experiência vivida, com discussão de casos sob supervisão da Responsável Técnica.
Cada paciente é acolhido e passa a contar com um psicólogo de referência durante todo o tratamento.
Acompanha o paciente do acolhimento ao fim do processo, mantendo contato com a família para trocas e feedbacks sempre que necessário.
Casos discutidos com a RT (Responsável Técnica) da unidade, garantindo consistência clínica ao longo do tratamento.
Atendimento psiquiátrico mensal, com sobreaviso, monitoria e consultoria disponíveis 24 horas por dia.
Trabalhamos com a metodologia dos Passos, agregando a Terapia Cognitivo-Comportamental. Os pacientes cuidam do próprio espaço e treinam a convivência entre pares — ensaio para uma mudança de estilo de vida efetiva.
Cuidado do espaço próprio e prática diária de convivência em grupo, preparando o paciente para a vida após o tratamento.
Foco constante em prevenção à recaída e manutenção da sobriedade como fio condutor do dia a dia.
Estratégias terapêuticas aplicadas em grupo e individualmente:
Um cronograma de atividades com horários ensina o paciente a lidar com seus compromissos — dentro e fora da casa.
As 4 principais refeições diárias estão disponíveis a todos os pacientes.
Itens trazidos pela família ou adquiridos na cantina são organizados em caixas identificadas e distribuídos diariamente pelo responsável pelo controle.
Para pacientes fumantes, o mesmo controle de distribuição diária se aplica.
Psicologia e Monitoria atuam em formato de grupo e individual, ao longo de todo o cronograma.
Reconhecer-se como um ser no mundo, capaz e pertencente — exercício diário de compaixão e fé.
Acolhimento do paciente e início do acompanhamento psicológico individual.
Primeiro contato presencial da família, após os primeiros 45 dias de tratamento.
Após o primeiro contato, as visitas passam a ocorrer quinzenalmente.
Fotos do cotidiano dos pacientes e recados são compartilhados regularmente com a família.
Combinadas em equipe, em conjunto com as respectivas famílias.